«Observador», onde o agora e o antigamente se unem

Quinta-feira é dia de post, mas hoje é diferente!

A «Observador» é uma nova revista portuguesa onde são apresentadas marcas incríveis – estão por aí a aparecer novos artistas e há marcas a reconstruir os seus padrões. Nova vida a nascer!

Para dar a conhecer esta nova revista convidei uma especialista – a blogger Rita Silva. A Rita escrever o blog Go.Rita.Go onde partilha tudo o que é preciso para estar inspirado do dia-a-dia.

Aqui está a opinião da Rita sobre a «Observador».

“Cruzei-me com a primeira edição da revista “Observador” por mero acaso, numa das minhas incursões habituais à Fnac, já muito perto do final do ano.

E o que me cativou o olhar de imediato foi a capa: num estilo clean, com uma fotografia bonita e as palavrinhas mágicas: criar, comprar, recordar, sair e comer!

Não é mentira nenhuma o slogan que referia 148 paginas do melhor da criatividade nacional: descobri projectos cheios de valor e talento, de pessoas que teimam em contrariar o destino e fazer da sua paixão modo de Vida e vi reconhecido o trabalho de algumas outras que já seguia há uns tempos, como é o caso da Ana Morais (Casulo) e da Célia Esteves (Gur). Além de serem um belíssimo exemplo de dedicação e sucesso, são também uma inspiração para quem anda naquele limbo entre o mudar de vida e o medo do que virá a seguir.

 

A “Observador” resulta do bom trabalho que a equipa de edição do jornal homónimo já fazia na seção de lifestyle há cerca de dois anos, e por isso quem acompanha o acompanhava não fica indiferente à qualidade desta publicação.

Tenho de dizer também que foi de peito cheio que acabei de folhear a revista: é maravilhoso ver que após um período de crise que nos tornou a todos um bocadinho mais tristes e pessimistas, este país está mesmo a fervilhar de ideias. Que orgulho Portugal! São as marcas de sempre de cara lavada (a Claus Porto, a Burel, a Bordalo Pinheiro, a Couto, a Cutipol e a Arcádia) e são as novas que pegam também em conhecimento e sabedoria do antigamente e convertem tudo isso para produtos de topo e cheios de pinta (a Fine and Candy, a Manjerica, a Undandi, a Eureka, a Flausinas). Conhecer um pouco mais da historia por trás destas etiquetas foi um gosto, tudo numa escrita simples e objectiva, acompanhada de muito boas fotos e com um excelente trabalho de edição e design.

A publicação é anual e custa 4,9€ o que é simbólico para a qualidade da revista, mais ainda quando a podemos comparar diretamente (e sem qualquer modéstia) a algumas edições internacionais que custam mais do dobro.

Recomendo que procurem a vossa: não se vão arrepender!”

Obrigado por partilhares a tua opinião Rita!

observador

Fotografia – Rita Silva, Go.Rita.Go.

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